sábado, 9 de janeiro de 2010

No amor e na doença

Minhas chagas ainda perduram
Esta dor insistente permanece
As máculas, quem dera, não se curam
E meu corpo, por você, adoece

Queria eu esse calor vindo de teus lábios
O carinho e conforto de teu peito
O teu dom de cura próprio dos sábios
E teu colo como sendo meu leito

Os soros não proporcionam saúde
A moléstia não sanará com chás,
Nem com o dedilhar dos alaúdes
Nem com o homem branco de crachá

Eu não aceito o simplório tratamento
Das fortes medicações alopáticas
Apenas desejo os teus sentimentos
Servidos em doses homeopáticas

E. M.

2 comentários:

Josie disse...

Porque overdose não faz bem a ninguém! hehe

Funcionou o lance dos comentários?

Beijoca!

Ana Barbosa disse...

maravilhoso!adorei...